Na última semana conhecemos duas músicas do novo (e esperado) álbum do Muse, The Resistance, que deve ser lançado em setembro. Aqui você ouve as duas.
Muse - United States of Eurasia
Muse - Uprising
Nessa entrevista com o Zane Lowe, eles falam um pouco sobre o novo álbum. É bem diferente dos outros álbuns, e eu ainda não entendi direito a proposta, mas vamos ver. E você, o que achou?
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009
As novas do Muse
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Zane Lowe
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Indieca #2: Wild Beasts - Two Dancers

Acho que eu só consigo postar as "Indiecas" quando o disco realmente me pega de primeira, e com Two Dancers não foi diferente. Delicioso da primeira faixa, The Fun Powder Plot, à última, The Empty Nest. Adorei.
Esse é o segundo álbum do Wild Beasts. O primeiro, Limbo, Panto, foi lançado no ano passado sem muito alarde, mas recebeu boas críticas. Talvez você tenha ouvido o single The Devil's Crayon.
Eu, particularmente, preferi o segundo. Conseguiram equilibrar o experimentalismo da banda de uma maneira criativa e muito mais acessível. As faixas são tão incríveis que você não consegue passar, e depois ainda quer ouvir de novo. Dá pra deixar All The Kings Men e Hooting & Howling, o primeiro single, no repeat.
Os vocais (a maioria falsetes) do Hayden Thorpe são parte essencial do som dos caras, e é o que torna o disco absurdamente delicioso. Dramático. Lembra um pouco o Antony Hegarty.
Ele divide os microfones com Tom Fleming, que tem uma voz mais grave. Combina, e ainda tem algo de pós-punk que é cativante. Pra quem quiser conhecer mais da banda, tem um vídeo aqui.
Olha eles aí.
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Record Club, o novo projeto do incansável Beck
Beck lançou nessa semana as duas primeiras músicas de seu novo projeto, chamado Record Club, que, segundo ele, é uma "reunião informal de várias pessoas para gravar um álbum em um dia". A cada vez, eles escolhem um álbum para ser reinterpretado, mas sem ensaiar. Tudo acontece ali na hora mesmo. Toda semana, uma faixa é colocada no site oficial dele e dos envolvidos no projeto.
O primeiro disco escolhido foi The Velvet Underground and Nico (1967) e envolveu o produtor e "sexto membro" do Radiohead Nigel Godrich; o ator Giovanni Ribisi; o músico Chris Holmes; a cantora islandesa Thorunn Magnusdottir, além do próprio Beck e de músicos que colaboram com ele, como o tecladista Brian Lebarton e o baterista e também produtor Joey Waronker.
As duas primeiras versões são das músicas Sunday Morning e Waiting For My Man. Olha aí a original e a "cópia". Sou bem suspeita pra falar, porque adoro Velvet Underground e, claro, o Beck. Mas achei que o resultado ficou sensacional.
The Velvet Underground and Nico - Sunday Morning
Record Club - Sunday Morning
The Velvet Underground and Nico - Waiting For My Man
Record Club - Waiting For My Man
O primeiro disco escolhido foi The Velvet Underground and Nico (1967) e envolveu o produtor e "sexto membro" do Radiohead Nigel Godrich; o ator Giovanni Ribisi; o músico Chris Holmes; a cantora islandesa Thorunn Magnusdottir, além do próprio Beck e de músicos que colaboram com ele, como o tecladista Brian Lebarton e o baterista e também produtor Joey Waronker.
As duas primeiras versões são das músicas Sunday Morning e Waiting For My Man. Olha aí a original e a "cópia". Sou bem suspeita pra falar, porque adoro Velvet Underground e, claro, o Beck. Mas achei que o resultado ficou sensacional.
The Velvet Underground and Nico - Sunday Morning
Record Club - Sunday Morning
The Velvet Underground and Nico - Waiting For My Man
Record Club - Waiting For My Man
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
Download da semana: La Roux - La Roux (2009)

Eu gosto muito de La Roux. Pra quem ainda não conhece, um duo inglês de electropop, com influências do synth pop dos anos 80, formado pela ruiva Elly Jackson (que tem o cabelo mais descolado da música atual) mais o produtor Ben Langmaid.
Eles têm três singles lançados até agora (Quicksand, In For The Kill e Bulletproof), que eu já incluiria facilmente na minha lista de melhores músicas do ano. Então imagina meu desespero pelo disco, que demorou pra aparecer na rede? Só vazou mesmo agora, faltando 5 dias pro lançamento oficial. Coloquei todas as músicas no goear e aproveitei pra fazer um breve comentário do que achei do disco, faixa a faixa. Aproveita pra ouvir e dizer o que achou - antes que eu seja processada ou tenha meu blog retirado do ar. ;)
01 - In For The Kill - Sou da opinião de que a primeira faixa de um bom disco de pop precisa dar a "cara" do que vamos ouvir pela frente, isso é, tem que mostrar a que veio. In For The Kill é contagiante desde a primeira audição, é a combinação perfeita entre o synthpop dos anos 80 e o electro de hoje. Além de encabeçar o álbum, a música foi o segundo single do duo, depois da bombástica Quicksand. Ponto pra eles. Essa já tá na minha listinha das melhores do ano. Precisa falar mais? Ah, sim. E ainda ganhou uns remixes ótimos, como o do Lifelike.
02 - Tigerlily - Não é a faixa mais empolgante, nem menos. Mas Elly compensa na letra: "I know you're better than this/ I could be here when you call/ I'll make you top of the list/ And in the crash of the dawn/ / I can see you burning with desire for a kiss". Mais ou menos isso.
03 - Quicksand - Lançada no final do ano passado como o primeiro single do duo, essa música já mostrava o potencial hitmaker de La Roux. Só que, embora a construção toda da música seja muito boa, quer dizer, com todos os ingredientes básicos que tornam uma música desse tipo no mínimo dançante, a voz da Elly não caiu bem. Acho principalmente essas camadas distorcidas da introdução um pouco irritante.
04 - Bulletproof - É o terceiro single do disco, que só por vir depois de In For The Kill já perde um pouquinho a graça, mas o tom de voz menos agudo da Elly, convenhamos, caiu bem.
05 - Colourless Colour - É a música em que os sintetizadores, junto com a bateria digital, mais lembram os anos 80 no disco. Bem dançante.
06 - I'm Not Your Toy - Faz jus a posição de próximo e quarto single. A introdução lembra um pouco funk, que eu também encontrei referências no disco. Na letra, Elly desce o pau: "It's all false love and affection/ You don't want me/ You just want the attention/ I'm not your toy". Bem chiclete.
07 - Cover My Eyes - A primeira mais lentinha do disco, também com bastante referência aos anos 80, mas com uma pegada mais soul, com versos cantados em coro.
08 - As If By Magic - Sou suspeita pra falar de música cheia de "oooohs" e "aaaahs". Adoro. A música mais fofa com a letra mais...triste: "You're the only home I'll ever know/ As if by magic/ Thoughts of you are gone".
09 - Fascination - Ok. A música demora pra engatar, dá um pouco de preguiça, mas como todas as outras, essa tem um refrão bem chiclete. Mesmo assim, não empolga muito.
10 - Reflections Are Protection - No começo parece que a qualquer momento vai entrar o Justin Timberlake cantando. Sente o clima. Depois muda e volta o climinha La Roux, mas aí a música já virou uma das melhores do disco.
11 - Armour Love - Em tempos em que a fórmula perfeita do pop pede músicas mais curtas, os 5:53 seriam muito, e o tema ainda é super melancólico ("When you leave me alone in this world/ You know that I'm in hell/ When you know what it's like to be lonely/ And by yourself"). Mas tá valendo.
12 - Growing Pains - Não é das melhores, ainda mais pra fechar o disco. Mas ela cumpre bem a missão de resumir um pouco as referências do duo. Tem climinha anos 80, sintetizadores, os agudinhos da Elly e tudo mais.
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